A digitalização dos processos é algo que vem conquistando cada vez mais espaço dentro das empresas. Em setembro de 2022, o IBGE divulgou o relatório PINTEC Semestral, que apontou que quase 85% das companhias entrevistadas declararam fazer uso de, pelo menos, uma tecnologia digital em seus processos. Impulsionado, principalmente, pela intensificação de atividades remotas, a assinatura eletrônica também ganhou espaço nesse cenário. De acordo com a ZapSign, startup de assinatura de documentos por meios digitais, a digitalização de documentação ajuda a reduzir em até 90% o tempo de formalização e gera uma média de R$55 de economia por registro.
“Quando as companhias migram para o digital, os benefícios vão além da agilidade. A logística de validação de um registro físico é extensa e gera muitos gastos para as empresas, custando em média R$55 por documento – entre impressão, deslocamentos para coleta de assinaturas, armazenamento e gerenciamento de cada registro”, explica Getúlio Santos, CEO da ZapSign.
Outro ponto positivo destacado pelo executivo é a contribuição para as práticas ESG, com a redução do impacto poluente. Segundo dados gerados pela própria empresa, que oferece um relatório de sustentabilidade para os mais de 1 milhão de usuários ativos, as assinaturas eletrônicas têm a capacidade de reduzir em 80% o uso do papel nos escritórios, o que contribui com a economia de 95% na emissão de CO² e 90% do consumo de água, ambos gerados pela produção do papel.






