Em meio ao aquecimento do mercado de trabalho no Brasil – segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho, nesta segunda-feira (31/1), foram criadas 2,7 milhões de vagas formais no país em 2021 –, não há como negar que a relação entre posições em aberto e potenciais candidatos a elas mudou nos últimos anos, em especial desde o início da pandemia da COVID-19. Um estudo divulgado pela consultoria Gartner no ano passado indicou que um terço das habilidades listadas em uma vaga de emprego em 2017 deixou de ser relevante em 2021. Por outro lado, com a consolidação recente dos modelos de trabalho remoto e híbrido, aspirantes a uma colocação têm interesse cada vez maior em corporações com flexibilidade sobre horários de trabalho e atuação presencial.
Com esse cenário, em 2022, para buscar e reter talentos, o reconhecimento como uma marca empregadora tem sido primordial para as empresas. Assim como a avaliação das políticas e ações de Capital Humano passou a ser um fator fundamental para candidatos conhecerem uma empresa de fato. Nesse sentido, verificações realizadas por instituições ressaltadas pelo mercado colaboram bastante para identificar quais companhias se destacam em cada setor.
Como os expedidos pelo Top Employers Institute, considerado o principal certificador global especializado em autenticar a excelência de políticas e práticas de gestão de pessoas e, com isso, valorizar as corporações que são referência em suas áreas de atuação. Em 2022, o Top Employers Institute, que atua em 123 países, em todos os continentes, certificou 1.877 empresas, de 15 setores da economia, como tecnologia da informação, serviços financeiros, consumo, saúde, indústrias química e farmacêutica, além de energia e varejo, entre outros. As organizações certificadas pelo Top Employers em 2022 impactam positivamente a vida de mais de oito milhões de colaboradores em todo o mundo.






