*Eduardo Fregonesi
Nos últimos anos a digitalização constante, com a atuação cada vez maior do comércio eletrônico, está mudando essa lógica – e a pandemia de Covid-19 apenas acelerou o processo. Durante os últimos meses, as fabricantes passaram a apostar no conceito direct-to-consumer (D2C, na sigla inglesa), que basicamente consiste na venda direta às pessoas. Em suma: a indústria está criando canais digitais de vendas, sem a necessidade de intermediários. Para entender isso, confira cinco motivos que explicam por que essa proposta está em alta durante a quarentena provocada pelo novo coronavírus.
1 – Necessidade de manter as vendas
O principal motivo para a modalidade D2C crescer durante a pandemia é a necessidade das indústrias de manter a produção e as vendas no mesmo patamar. Com a quarentena e as medidas de distanciamento social, grande parte do comércio no país foi obrigada a fechar as portas por tempo indeterminado, impactando toda a cadeia. Dessa forma, muitas fabricantes vislumbraram a oportunidade de criarem suas próprias lojas virtuais para compensar possíveis perdas que teriam no varejo.
2 – Melhor relacionamento com seu cliente
Antes mesmo da pandemia de Covid-19 muitos consumidores já adotavam os canais digitais para consumir produtos e serviços – o distanciamento social provocado pelo coronavírus apenas acentuou esse movimento. Isso criou uma oportunidade única para as marcas conhecerem a fundo seu público, coletando informações preciosas para embasar ações estratégicas. É uma tática que aumenta as vendas no curto prazo e que possibilita melhor relacionamento no futuro, oferecendo itens e serviços que realmente façam sentido ao contexto do público.





