Mais de 170 executivos de empresas do varejo e de instituições de crédito de várias partes do país estiveram reunidos no último dia 15, em São Paulo, para debater os desafios do varejo na era da transformação digital. No centro das discussões, o Cadastro Positivo.
Para discutir os impactos econômicos desse novo modelo de banco de dados sobre histórico de pagamentos, o presidente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), Roque Pellizzaro Junior, mediou um painel com especialistas no assunto, como o presidente da Associação Nacional de Bureaus de Crédito (ANBC), Elias Sfeir; Hildo Gonçalves, presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi); e Roberto Azevedo, presidente do Banco Semear.
Pellizzaro Junior chamou atenção para as diferenças do modelo de Cadastro Positivo no Brasil em relação ao de outros países: “Diferentemente das demais economias, em que o consumidor escolhe o birô que vai armazenar seus dados, no Brasil, a informação vai para todos eles”. Também afirmou que a assertividade promovida pelo Cadastro Positivo vai melhorar o desempenho das vendas, trazendo mais segurança. “Ao melhorar os negócios, haverá um redesenho na competição da oferta de crédito”, completou.





