O mercado brasileiro de benefícios corporativos está passando por um novo capítulo de transformação, migrando do foco em necessidades básicas para o que especialistas chamam de “paradigma da experiência”. Isso significa que o bem-estar integral e as vivências individuais do colaborador tornam-se o centro da estratégia de retenção. A fim de entender como as organizações estão olhando para o futuro dos benefícios, a Onhappy, empresa de benefícios corporativos de viagens a lazer da Onfly, maior travel tech B2B da Latina América, realizou a primeira edição da Pesquisa Nacional sobre Benefícios Corporativos.
O estudo ouviu mais de 700 profissionais de RH em 2025, e revela que 4 em cada 10 empresas admitem não estar totalmente preparadas para atender às novas expectativas dos colaboradores em relação aos benefícios. Outro destaque é que a saúde mental foi apontada como prioridade número um por 88% dos entrevistados para os próximos anos. “A promessa de valor entre empregadores e colaboradores foi remodelada pela experiência global dos últimos anos. A moeda de troca padrão – um salário fixo por horas dedicadas, não é mais suficiente para garantir lealdade e produtividade. Hoje, os trabalhadores olham com mais atenção para outros tipos de benefício, como saúde e bem-estar”, afirma Gian Farinelli, CEO da Onhappy.
Embora a transformação esteja em curso, a pesquisa mostra que 9 em cada 10 empresas oferecem os benefícios tradicionais, como vales de alimentação, refeição e transporte, além de planos de saúde e odontológico, consolidando esses itens como o mínimo competitivo do mercado e cerca de um terço das organizações já estende esses benefícios à família.






