Em um mundo marcado por notificações constantes e excesso de informações, um movimento silencioso tem chamado a atenção, a redescoberta do papel pelas novas gerações. Entre jovens da Geração Z e Millennials, cadernos, agendas, planners e diários deixaram de ser apenas instrumentos funcionais para assumir um papel simbólico, afetivo e até terapêutico. A chamada tendência analógica reflete uma busca por equilíbrio em meio à hiperconectividade.
Um levantamento internacional sobre hábitos de journaling aponta que cerca de 35% da Geração Z mantém algum tipo de diário ou registro pessoal, prática associada principalmente ao cuidado com a saúde mental e à organização da rotina. Já uma pesquisa de mercado realizada em 2025 pela Ryman indica que 51% dos jovens acreditam que escrever metas e sonhos em um caderno aumenta as chances de realizá-los, o que tem impulsionado a procura por agendas e planners físicos.
Esse movimento também se reflete nas redes sociais, onde conteúdos sobre papelaria, organização e journaling acumulam milhões de visualizações e formam comunidades que valorizam o retorno ao analógico.






