Com a perspectiva da economia brasileira se fortalecer, muitos empreendedores buscam modelos para ampliar suas operações e conquistar novos mercados. Nesse contexto, o licenciamento e o franchising se destacam como opções viáveis, mas cada um apresenta características próprias que devem ser analisadas conforme o perfil e os objetivos do negócio.
Para Lucien Newton, vice-presidente da vertical de consultoria do Ecossistema 300 Franchising, a escolha entre os dois modelos depende do nível de controle que o empreendedor deseja manter e do grau de padronização necessário para a marca. “O licenciamento é ideal para empresas que preferem flexibilizar suas operações e atuar com custos mais baixos, permitindo ao licenciado maior liberdade nas operações diárias. Já o franchising é recomendado para quem busca uma expansão mais estruturada, com processos e padronizações claras, garantindo maior consistência na experiência do consumidor”, explica
O modelo de licenciamento permite que uma empresa conceda a terceiros o direito de uso de sua marca ou produtos, mas sem impor tantas regras sobre como a operação deve funcionar. Isso pode ser vantajoso para setores que demandam maior adaptação local ou que desejam crescer rapidamente sem o peso da estruturação de uma rede complexa. Porém, a falta de controle pode se tornar um desafio. “No licenciamento, há um risco maior de despadronização e de divergências na forma como a marca é representada no mercado. Para marcas mais estabelecidas, isso pode impactar negativamente a percepção dos consumidores”, alerta.






