Tamanho do carrinho não dita mais a compra. A forma como os brasileiros consomem no varejo alimentar está passando por uma verdadeira releitura. Antes, as chamadas “missões de compra” eram classificadas em apenas três tipos, como aquela passada rápida para pegar um item urgente chamada de consumo imediato ou compra por impulso; a reposição de itens da despensa; ou a compra mensal programada para abastecimento. Hoje, esse olhar ganhou mais profundidade. Com base em mais de 13,5 bilhões de tickets lidos diretamente de mais de 60 mil caixas de supermercados e atacarejos, a Scanntech, plataforma que une inteligência de mercado e tecnologia para o varejo e a indústria de bens de consumo, reformulou o conceito e trouxe uma novas categorizações, muito mais fiéis ao comportamento do consumidor.
Com mais de R$ 1 trilhão em vendas analisadas por ano, em tempo real, a Scanntech quebra o paradigma da categorização tradicional, que considerava apenas o número de itens no carrinho, e substitui por uma análise mais precisa, que leva em conta variáveis como horário da compra, valor do ticket, composição da cesta e volumes adquiridos.
“Em vez de simplesmente replicar modelos de mercado, analisamos nossos próprios dados por meio do Scann Shopper e vimos que o número de itens, por si só, não explica por que as pessoas vão ao supermercado”, explica Valéria Berlfein, diretora de Produto da Scanntech e responsável pela Scann Shopper.






