Uma das siglas mais comuns no universo das startups é o MVP, um termo acrônimo para Minimum Viable Product (Produto Mínimo Viável em português). Trata-se de uma estratégia muito utilizada para validar ideias de negócio antes da empresa fazer grandes investimentos financeiros no desenvolvimento do produto final. Normalmente, ela é considerada muito importante e válida, porém, existem outras questões que precisam estar em jogo além do que é viável.
É o que diz Marilucia Silva Pertile, mentora de startups e cofundadora da Start Growth, que cria a máquina de marketing e vendas para fundadores visionários de startups na jornada para o próximo nível, combinando expertise, capital e experiência. Ela acredita que, além do que é viável, é preciso pensar no que é valioso. “Tenho ouvido o termo MVE (Minimum Valuable Experience) para definir algo que vai além do MVP. Não se trata de checar se o produto ou serviço é viável, mas se a experiência relacionada a ele é acessível e durável, por exemplo. Ou seja, se é valiosa”, explica ela.
Segundo a mentora de startups, a criação de um MVE precisa considerar alguns pontos principais. “É preciso conhecer muito bem o cliente ideal, entender as mensagens que o atingem, adequando a forma como a empresa se expressa, e também avaliar gatilhos que podem levar esse público a enxergar valor no que você oferece”, afirma Marilucia.






