O sistema de pagamento instantâneo Pix vem consolidando fortemente a sua reputação a ponto de quase metade dos consumidores deixarem de comprar em uma loja se ela não tiver o Pix entre suas opções de método de pagamentos disponíveis.
Dos consumidores que usam Pix no varejo físico, 43% se consideram propensos em algum grau a tomar essa ação –15% se consideram altamente propensos, enquanto 28% se dizem moderadamente propensos.
Os dados pertencem ao estudo do Capterra, plataforma de comparação de softwares, que investigou a adoção da ferramenta de pagamentos no varejo físico. Para o estudo, foram ouvidas 1043 pessoas de todas as partes do Brasil. Este é o segundo estudo do Capterra sobre o uso do Pix, portanto, sempre que pertinente, há comparação entre as pesquisas de 2021 e 2023.
Outro dado relevante sobre o sistema Pix, que contabilizou bilhões de transações em apenas um ano, é que em 2021 ele era o meio de pagamento favorito de 15% dos entrevistados no comércio físico; em 2023, esse número saltou para 35%.
“O estudo mostra ainda que o Pix já desbancou o boleto como meio de pagamento favorito e atualmente empata com cartão de débito ou crédito na preferência dos consumidores no varejo físico, de maneira a consolidar a evolução dos sistemas de pagamento no Brasil”, comenta Marcela Gava, analista responsável pelo estudo.
Se por um lado há a demanda dos consumidores em prol do uso desse método de pagamento, por outro há os negócios físicos se adaptando a essas necessidades. Atualmente, 6 de cada 10 (64%) consumidores do varejo físico veem como alta a adoção do Pix nesses ambientes –40% a consideram alta e 24% creem que é muito alta.
Tal movimento dos consumidores exige que os negócios estejam atentos ao uso de sistemas PDV para que não apenas possam configurar as formas de pagamento mais convenientes, mas também analisar dados para entender efetivamente a maneira como os clientes do estabelecimento preferem pagar.
Conveniência é o diferencial do Pix no varejo físico Quando questionados qual o principal fator que faz os respondentes escolherem o Pix no varejo físico, a conveniência é o que fala mais alto (45%). Afinal, com o Pix o usuário não necessita tomar muitas ações para finalizar uma compra.
“Também é importante destacar que muitos recursos dos consumidores se concentram no celular, sendo os métodos de pagamento um deles. Dessa forma, não há necessidade de carregar cartões ou dinheiro em espécies quando é possível concluir uma transação realizando apenas a leitura de um QR code”, finaliza Marcela Gava.
🌎 O preço ainda pesa, mas o imposto mudou a conta das compras internacionais.
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Episódio completo do podcast
Como construir marcas fortes em produtos do dia a dia | Marcos e Marcelo, da Casa K&M | #248
No episódio #248 do Varejo S.A. Podcast, recebemos Marcos Santana, gerente de Marketing da Casa K&M, e Marcelo Dubbers, Head Comercial da empresa, para uma conversa sobre os desafios e as oportunidades de construir marcas em categorias de alta recorrência.