Com a alta rotatividade e competitividade do mercado de trabalho, as empresas enfrentam cada vez mais dificuldades para atrair e reter talentos. Além do salário e do tipo de contrato, os trabalhadores valorizam e avaliam recomendações ao receberem propostas, já que nada é mais eficaz do que ouvir diretamente de um funcionário, amigo ou parente, se ele recomendaria ou não trabalhar ali. De acordo com uma pesquisa realizada com mais de 1.200 trabalhadores pela Pluxee, aqueles que recebem benefícios de alimentação e refeição, demonstram mais disposição para recomendar empresa em que trabalham.
Para o levantamento, a Pluxee fez a seguinte pergunta aos entrevistados: “Em uma escala de 0 a 10, você recomendaria para um amigo ou familiar uma vaga na empresa onde você trabalha atualmente?”. O maior índice de recomendação, com um NPS (Net Promoter Score) de +44, partiu do grupo de pessoas que recebem vale-refeição e alimentação. Em seguida, estão aqueles que recebem exclusivamente vale-alimentação (NPS de +32) e os que obtêm apenas o vale-refeição (NPS de +18). Por último, no ranking, estão os que recebem somente benefícios indiretos de alimentação (como cesta básica ou refeitório), com um NPS de +11.
“A pesquisa também indicou que pessoas que não recebem benefícios de alimentação apresentam disposição menor para recomendar a empresa, com um NPS de apenas +1. Isso evidencia que receber benefícios é um dos fatores essenciais para que um trabalhador recomende a empresa e seja um potencial embaixador da marca. No mundo atual, onde existem diversos meios de propagandas pagas, a recomendação de um amigo ou familiar torna-se extremamente valiosa e, acima de tudo, com alta credibilidade”, comenta Fabiana Gatetol, Diretora Executiva de Pessoas e Responsabilidade Social Corporativa da Pluxee.






